“Não façais de vossas opiniões, vossos pontos de vista quanto ao dever, vossas interpretações da Escritura, um critério para outros, condenando-os em vosso coração se não atingem vosso ideal. Não critiqueis a outros, conjecturando os seus motivos, e formando juízos. “Nada julgueis antes de tempo, até que o Senhor venha, o qual também trará à luz as coisas ocultas das trevas e manifestará os desígnios dos corações.” I Cor. 4:5. Não nos é possível ler o coração.
Faltosos nós mesmos, não nos achamos capacitados para assentar-nos como juízes dos outros. Os homens finitos não podem julgar se não pelas aparências. Unicamente Àquele que conhece as ocultas fontes da ação, e que trata terna e compassivamente, pertence decidir o caso de cada alma.” Pág. 124
“A dificuldade, porém, jaz com os membros da igreja, individualmente, e é aí que se deve operar a cura. Jesus manda que o acusador tire primeiro a trave de seu olho, renuncie a seu espírito de crítica, confesse e abandone o próprio pecado, antes de procurar corrigir a outros. Porque “não há boa árvore que dê mau fruto, nem má árvore que dê bom fruto”. Luc. 6:43. Esse espírito de acusação com que condescendeis é um fruto mau, e mostra que é má a árvore. Inútil vos é edificar-vos sobre a justiça própria. O que necessitais é mudança de coração.” Pág. 127
Quando é alguma situação que para nós é ponto forte já resolvido em nossa vida cristã, olhamos para o nosso irmão, ou para a igreja e seus lideres, que ainda não alcançou a completa conversão na totalidade da Palavra, tomamos logo um trono e nos assentamos para julgar. Mas pense comigo, ainda não é o fim da caminhada queridos, há muito o que devemos mudar em nós também.
“Aquele que olha muitas vezes para a cruz do Calvário, lembrando-se de que seus pecados para ali levaram o Salvador, nunca buscará calcular a extensão de sua culpa em comparação com a de outros. Não se considerará como juiz para acusar a outros. Não haverá espírito de crítica ou exaltação do próprio eu por parte daqueles que andam à sombra da cruz do Calvário.” Pág. 128
“Cristo é a única verdadeira norma de caráter, e aquele que se põe como padrão para os outros, está-se colocando no lugar de Cristo.” Pág 125
Tenhamos compaixão e olhemos para Jesus supliquemos tanto para nossos irmãos como para Nós! E prossigamos na Luta para sermos perfeitos como o nosso Pai o é.

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